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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dia dos Amigos e das Amigas - Borboletando






Borboletando

Fui abençoada por Deus ao receber de suas mãos
um belo jardim para cuidar.
Belas flores de diversos aromas, cores e texturas...
Diante tamanha beleza descuidei-me das primeiras recomendações do Pai Celestial.
Ervas daninhas cresciam rapidamente 
Sufocando a beleza das flores.
As regas que deveriam ser constantes eram escassas.
Algumas podei demais.
Outras por falta de poda desgalharam-se todas.
Por falta de cuidado as aranhas teciam suas teias.
As formigas cortadeiras levaram à morte algumas espécies.
E as tão belas borboletas haviam desaparecido.
Diante tamanho caos roguei auxilio.
Então ouvi:
- Observe que cada flor é de uma espécie, e cada uma merece uma atenção especial.
Cuide com carinho e sem exageros que terá belas flores o ano inteiro.
Confesso que não é fácil e ainda falho muito, mas as flores estão bonitas e começo a perceber o retorno das borboletas, alegres, coloridas e saltitantes... 

Preparei essas borboletas hoje para agradecer do fundo do meu coração a amizade de todos, sem exceção, que tanto tem contribuído para meu crescimento em todos os aspectos da minha vida. Amar e apreciar as flores é muito prazeroso, mas cuidar delas leva tempo, dá trabalho, mas o resultado é imensurável. Obrigada!



Buquê Braçada








Recebi esta encomenda para uma data especial, claro que para todas as noivas a preparação do próprio casamento é importante e especial, mas acredito que para esta noiva foi muito, muito especial. A Sônia e o Donizete já vivem juntos como casados a muito tempo e agora conseguiram "oficializar" esta união que ao meu ver já era abençoada por Deus. De forma simples mas não menos emocionante hoje foram para o Cartório e a madrinha da noiva, minha amiga, a surpreendeu com o buquê, presente inesperado acompanhado da frase dita pela madrinha Marjory: - Noiva sem buquê não é noiva...., imaginem a emoção singular para um momento tão burocrático quanto especial. Gostaria de ser uma pequena borboleta neste instante, imaginem que alegria e emoção neste instante em que eles (todos os casais presentes) viveram, e eu lhes pergunto por causa de um simples buquê de flores de eva no modelo braçada? Não. O gesto "simples" da madrinha ao presenteá-la com um buquê possibilitou a ela viver a emoção de todos os anos de casada em que ela com certeza em seu intímo desejou vestir-se de noiva, ouvir a música nupcial, dizer sim e escutar um sim, trocar as alianças com os olhos marejados de amor e enfim jogar o buquê. Estou dizendo que todos os momentos que antescedem a um casamento estão constantemente na mente de quem tem o desejo de casar. Agora mais do que lembranças eles terão um símbolo, O Buquê que inesperadamente surgiu para enfatizar que os sonhos são possivéis de se realizarem basta FÉ.
Eu sei.

domingo, 17 de julho de 2011

Professores, Educadores, Evangelizadores, Pais e Responsáveis, Leiam!

 Direitos ou Valores Humanos no ensino?
Prezado(a) Educador(a)

Esperamos que compreenda que estamos retornando ao assunto “Valores Humanos”, por sentirmos que o momento nos pede tal ação, tendo em vista que está em discussão pelo Conselho Nacional de Educação-CNE a inclusão de Direitos Humanos como disciplina no Ensino Básico e no Superior.

Gostaríamos de tecer algumas considerações a esse respeito, visando clarear um pouco essa questão, entendendo que todos os educadores do país podem, de alguma forma, apor sua influência para que essa decisão seja a mais acertada possível, posto que irá influir no futuro da nossa sociedade, que todos queremos seja mais pacífica, mais ética, mais honesta e justa.

Estamos, pois, pleiteando a inclusão também do ensino de Valores Humanos no currículo escolar do Ensino Básico e Médio, pelas seguintes razões:

Ensinar Direitos Humanos é informar sobre os direitos do cidadão. Mas conhecer o conteúdo de uma lei não significa que ela será obedecida pela maioria. Se assim fosse, a criminalidade seria mínima no país.

Já, ensinar Valores Humanos é formar o caráter do cidadão.

O que queremos para nosso futuro: pessoas bem informadas sobre seus direitos e os dos outros, ou pessoas de caráter bem formado?

O ensino de Direitos Humanos não alcança a essência das necessidades educativas do ser humano. Informa, mas não forma, e é essa formação interior que se estabelece pelas vias da mente e do coração, que poderá formar verdadeiros cidadãos.

Nas aulas de Valores Humanos são ensinados, dentre outros, o respeito em toda a sua amplitude, não apenas pelos considerados diferentes, mas por todas as pessoas, assim como, também, por si mesmo, pela natureza, pelo meio ambiente, pelas leis, pela vida, por tudo. E quando, como acontece nas aulas do Programa Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola, tais ensinos estão difusos dentro da trama de um conto ou de uma narrativa, criados para o fim proposto, eles se aninham nos meandros do coração, gerando influência positiva para o resto da vida.

Portanto, é fácil perceber que o ensino de Valores Humanos contempla também os Direitos Humanos, ampliando-se mais ainda para ensinamentos e vivências sobre honestidade, bom convívio, ética, responsabilidade, justiça, verdade, não violência; olhar o outro com um olhar de paz, de solidariedade, não de competitividade, posto serem esses os fundamentos da não violência. Além disso, os alunos também aprendem a admirar e a amar a natureza e a vida, em todas as suas expressões.

Há também a questão dos gastos que o país terá com a inclusão da disciplina Direitos Humanos no currículo escolar, pela necessidade de formação de profissionais para elaborar e ministrar esses conteúdos, além da geração de grande quantidade de material didático, etc.

Já o ensino de Valores Humanos não trará despesas para o país, tendo em vista que existem programas gratuitos na Internet, dentre eles, o Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola (www.cincominutos.org) de nossa responsabilidade, que já foi avaliado e adotado por várias secretarias de educação estaduais e municipais, e recebe apoio do MEC, conforme se vê em seu site: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/link.html?categoria=19 . Esse Programa foi elaborado de forma a facilitar ao máximo sua implantação, e com despesa mínima para as escolas, ou seja, apenas a das cópias xerox das apostilas para uso dos professores.
OBSERVAÇÃO: Nosso grupo é informal e não recebe, nem quer receber qualquer ajuda material de órgãos públicos e/ou particulares, com exceção do que se refira à divulgação e/ou implementação do Programa.

Se concorda com o exposto, pedimos que faça o que estiver a seu alcance para que os membros do CNE se inteirem das considerações acima, a fim de que aproveitem o momento de debates sobre a inserção de Direitos Humanos que está ocorrendo no país, para incluir a mais importante das disciplinas para o momento atual, ou seja, Valores Humanos, no currículo do ensino Básico e Médio.

Ficamos muito gratos por sua atenção e confiantes em que esse pleito terá ressonância nos meios educativos do país.

Cordialmente,

Saara Nousiainen
Coordenadora - Programa Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola
caminhos2008@gmail.com
www.cincominutos.org
Tel. 85 3249-6812
 
Repasse do blog http:/rabirabone.blogspot.com, onde o objetivo é a divulgação das informações que se referem à educação em nosso país.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Projeto: Culturas Brasileiras - Cultura Indígena

           O Projeto Culturas Brasileiras nasceu dentro do Emei Jean Piaget apartir da necessidade de trabalharmos as diversas manifestações culturais existentes no Brasil independente de datas comemorativas, para tanto iniciamos timidamente com uma pequena parcela da produção cultural indígena que vem sendo valorizada e resgatada dia após dia. 
             Este projeto iniciou-se com o GIB (crianças entre 1 e 2 anos de idade), na unidade de Educação Infantl Emei Jean Piaget de Uberlândia-M.G.



                       O pote de barro em baixo relevo foi usado para aguçar a curiosidade das crianças que puderam passar as mãozinhas e queriam abrir para ver o que tinha dentro.
                        Com algumas perguntas também no intuito de provocar o interesse das crianças, disse a elas que aquele pote fazia parte da cultura indígena e que iria lhes contar uma lenda.

                                                         O Pote e o Amuleto

                         Quando criança sempre escutei histórias de povos que moravam no meio da mata e que viviam pelados, e lá eles comiam do que plantavam, do que caçavam, do que pescavam e do que colhiam da mata, as histórias que ouviam eram fascinantes. Aos poucos fui crescendo e descobrindo muitas outras coisas tão fascinantes quanto as que imaginava ser verdadeiras.

                          Nas aldeias construídas apartir do que a natureza doava aos índios cada um possuía uma função definida. As mulheres entre muitas coisas plantavam, colhiam e preparavam os alimetos e ainda buscavam barro de cores variadas e faziam potes de barro. Os homens por sua vez faziam inumeras atividades como caça, pesca, planejamento e execução de guerras. Mas duas coisas eram feito por todos eles, cuidar para qe as crianças aprendessem, valorizassem e assim perpetuassem seus conhecimentos ancestrais e o artesanato.
                          Numa manhã ensolarada depois de ter buscado bastante barro a mamãe índia chamada Potira começou a fazer um grande pote, esse seria um pote muito especial pois seria o primeiro pote de barro do seu filho Rudá um indiozinho de apenas dois anos de idade. O papai índio chamado Piatã também preparava algo specal para o pequeno Rudá, um amuleto para dar-lhe proteção, confeccionado apartir de sementes extraídas da natureza. A tardezinha antes do por do sol, o pequeno indio Rudá receberia seu pote contendo um amuleto que seria usado por ele constantemente até que fosse substituído por outro.




                              Depois da história contada as crianças foram encaminhadas para o mural onde puderam visualizar imagens diferentes de diversas tribos indígenas.





                              Na sequência as crianças fizeram uma colagem de papéis coloridos préviamente recortados em papel pardo no formato próximo ao do pote.  

                            Finalizamos esta atividade com a música do indiozinho.

Este projeto só foi possível graças à parceria de uma equipe de trabalho da Emei Jean Piaget.


domingo, 10 de julho de 2011

Fotografias - Mão na Roça

cajamanga na mão
uma fruta que na boca
do doce ao azedo nos causa diversas sensações
flor de maracujá na mão
perfume, cores e formato encantadores
orquídea na mão
exuberancia avassaladora
folha do figo na mão
a planta que trás uma flor-fruta
o perfume desta planta é incomparável
sabugueiro em flor na mão
a cura em flor
coité na mão
a espera do amadurecimento
malagueta na mão
porque a vida não deve ser insonsa
pureza na mão
ela é simples como deve ser
caminho do céu na mão
e vermelho paixão para o coração

sábado, 9 de julho de 2011

Educação Infantil - Abaixo Assinado - Eu já assinei e vc?

SEGUNDO O CNE AS CRECHES FECHAM EM JANEIRO ASSIM COMO AS ESCOLAS, POIS SÃO UNIDADES EDUCATIVAS.

Materia retirada do site:

 

Conselho define que creches devem fechar nas férias



"O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou ontem um parecer que orienta creches de todo o País a não oferecer atendimento durante as férias. O órgão, ligado ao Ministério da Educação (MEC), refutou a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que, em março, determinou que a Prefeitura mantivesse creches e pré-escolas abertas durante esse período. O parecer segue para homologação do ministro Fernando Haddad.
A discussão, que reuniu entidades nacionais, estaduais e municipais, foi suscitada por uma consulta da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo ao CNE, após a decisão da Justiça. De acordo com o parecer, que foi aprovado por unanimidade, as creches não devem ser vistas como unidades assistencialistas, mas sim educativas.
"A criança tem direito a uma convivência intensiva e extensiva com a sua família", afirma Cesar Callegari, membro do CNE e relator do parecer. "As crianças com necessidade de maior atenção devem ser atendidas, sim, mas pela assistência social e não pela educação."
Segundo ele, a Secretaria de Educação Básica do MEC emitiu uma nota técnica que apoia o parecer. Após a homologação, o documento será enviado aos conselhos e secretarias de Educação e órgãos de Justiça de todo o País.
Para a Defensoria Pública do Estado, mesmo com o parecer, a oferta de creche continua sendo um serviço público essencial e, portanto, não deve ter recessos. "É uma decisão (do CNE) de caráter administrativo, que não foi elaborada pelo Legislativo", argumenta o defensor Bruno Napolitano, um dos autores da decisão que suspendeu as férias.
A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo se diz satisfeita com a decisão do órgão. "A aprovação por unanimidade mostra que o CNE vai na mesma direção que São Paulo na concepção de educação infantil, que deve ter caráter educativo", diz o secretário Alexandre Schneider. "A assistência social deve ser prestada, mas não por intermédio da educação infantil." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo."

Devagar e sempre , vamos confirmando tudo que escrevemos aqui: Creche é escola e não depósito de crianças, não é mais uma instituição que presta serviços assistencialistas, onde os pais deixam as crianças para trabalharem e seus filhos são " cuidados" pelos auxiliares. Hoje quem executa as funções de cuidar e educar são os Professores de Educação Infantil. Em Angra somente os Docentes I gozam férias em janeiro e com isso os auxiliares ficam, não somente na parte da tarde com as crianças como de costume, como também na parte da manhã regendo a sala sozinhos, como denunciamos aqui várias vezes.
Como não podemos gozar férias em janeiro, isso ocorre no decorrer de todo ano, sacrificando ainda mais os auxiliares que sempre contam com o desfalque de um ou até mais na equipe.

Esperamos que o Ministro da Educação Fernando Haddad homologue mais esse...
E vamos que vamos...

Adaptando "Os Músicos de Bremen" para bebês







Esse trabalho de contação foi um desdobramento da oficina de literatura infanto-juvenil da turma de Letras da UFU, onde minha irmã é aluna, da qual participei com meus filhotes e já fiz alguns posts anteriores.
As imagens dos personagens da história foram distribuídos para as crianças colorirem e montar suas máscaras, claro que pedi uma de cada, colori e vejam eu aí em cena com os bebês da Emei Jean Piaget.
Eles amaram os bichos.
 Eu amei contar a história que já conhecia por meio da releitura de Chico Buarque em Os Saltimbancos.
Maravilhoso e por ser um musical as crianças amam.
Claro que reduzi para os bebês.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Brasil sem Aborto - 31 de Agosto de 2011 - Eu já assinei e você?

Brasil sem Aborto

Lutemos por merecer que o Brasil seja a Pátria do Evangelho e Coração do Mundo...
Assine o abaixo-assinado... consiga mais assinaturas... divulgue... multiplique...

Marcha Brasil sem Aborto

A 4ª. Marcha do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto será realizada na Esplanada dos Ministérios (DF), no dia 31 de agosto.

O Movimento Brasil sem Aborto está acompanhando, desde o início, a tramitação do Estatuto do Nascituro, ou seja, da criança não-nascida, na Câmara dos Deputados. Há outra iniciativa em andamento, que é uma coleta de assinaturas pela sua aprovação.

Para isso, foi organizada uma petição on line. Alternativamente, como nem todos tem acesso à internet, ou se animam a entrar no site para assinar, a coleta pode ser feita na sua comunidade em folhas a serem remetidas ao Brasil sem Aborto, imprimindo o texto da petição.

A primeira entrega das assinaturas até então obtidas ocorrerá na 4ª. marcha do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto.
Assine! Colabore na divulgação! Vamos proteger as nossas crianças desde a concepção!

Para assinar o abaixo-assinado do Movimento Brasil Sem Aborto clique aqui: http://www.ipetitions.com/petition/estatutodonascituro/

Informações:www.brasilsemaborto.com.br; http://brasilsemaborto.wordpress.com


Lembre-se que:

A única coisa necessária para que o mal triunfe é a inércia dos homens de bem. (Edmund Burke, 1763)

Por que, neste mundo, a influência dos maus geralmente sobrepuja a dos bons? Resp.: Por fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, haverão de preponderar. (Allan Kardec, 1857. Pergunta 932 de O Livro dos Espíritos)

O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade. (Albert Einstein, 1945)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Como dizia minha Avó: - Uma mão lava a outra...





A professora Kássia Lopes da Educação Infantil do Emei Jean Piaget - Udi-M.G. precisava de uma mãozinha para contar a história do livro A Cesta de Dona Maricota de Tatiana Belink, então fizemos uma boa parceria. Eu fiz os moldes, cortei o feltro, ela fez a montagem, completamos com o acabamento
dos rostinhos e a melhor parte que é o nosso obejtivo: a contação da história para os alunos será feito por ela. Depois usarei com os Bebês do GIB (minha turminha).
Estou fazendo esta postagem, pois vale como dica para atrair a atenção dos olhinhos brilhante das crianças, sendo assim, vale a pena tentar fazer algo diferente, detalhe nenhuma de nós duas temos experiência com o feltro, por isso usamos a salvadora cola quente no lugar da linha com agulha, sem desmerecê-la, com a cola quente foi para nós mais rápido e prático, mas fica aqui uma promessa: gosto de costurar e vou treinar mais.
O que vale mesmo é a  iniciativa de contar histórias para as crianças incentivando-as à adentrar o mundo da leitura. Adoramos o resultado da confecção agora vamos conferir o resultado da contação, até mais.



terça-feira, 5 de julho de 2011

Fotografias - Flores ao chão III











Sábia natureza, a beleza e perfume das flores duram pouco, mas são elas que permitem o alimento por meio do fruto e assim por elas também que se perpetuam as espécies.
Poucos percebem sua beleza ainda após cair ao chão.

 Esta espécie de árvore fez parte da minha infância. Quando criança lembro-me de que todos as vezes em que visitava minha madrinha ficava anciosa por ficar junto às minhas primas debaixo de uma frondosa árvore à espera de que caíssem flores para espirrarmos "águinha" uns nos outros, assim a "espirradeira" como a chamavámos fazia parte de nossas horas de brincadeiras, corre-corre e gargalhadas.
As flores caídas faziam nossa infãncia muito mais prazeirosa.
Parece lúdico, mas, hoje para mim é muito mais profundo.
A bela flor quando cai no chão é porque perdeu sua vida, e mesmo sabendo que virá o fruto e depois uma semente e com o processo natural teremos outra flor. Sabemos que não será a mesma flor. Aí está nossa dificuldade em aceitar as  perdas.

Em nossa vida precenciamos belas flores caírem e muitas vezes nos questionamos e nos revoltamos, pois deixamos de ser parte da natureza, somos seres humanos e isso nos faz especiais, e assim sofremos dores quase sempre agonizamentes e o que vou escrever parece cruel, mas a morte faz parte da vida e a vida faz parte da morte assim como dia e noite não existiria um sem o outro.

Penso ainda em Jesus Cristo que se preparou para nascer entre nós, preparou-se para morrer por nós e também sofreu a perda das flores que ainda caíriam por terra.

Somos espécies diferentes de flores para frutos e sementes diferentes, mas todos nós passaremos pelos mesmos processos naturais e assim floresceremos, amadureceremos e cairemos ao chão. Então que tenhamos o cuidado conosco e com os próximos para que todos tenham bons frutos. 

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