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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Primeiro trabalho de artesanato da minha aluna Greisse portadora de EM






Bom dia!
Para dar continuidade às postagens com minha aluna Greisse, portadora de EM, Esclerose Múltipla, quero mostrar o primeiro trabalho que ela fez, desse não tenho registro do processo, porque em nossa primeira aula esqueci minha câmera em casa, mas creio que foi providencial, pois ela não estava familiarizada com a ideia de ser fotografada nas aulas, e eu queria que fosse natural, não queria que ela se sentisse um "ratinho de laboratório", isso nunca, estávamos nos conhecendo e desafiando nossas habilidades.
Já de inicio ela usou tesoura, tintas, pincéis, cola, tecido... muita coisa para iniciarmos nosso processo construtivo juntas kkkkkkk, basicamente o primeiro trabalho foi de pintura e colagem, meu principal objetivo nesta primeira aula era que ela produzisse algo bonito, com isso já trabalharíamos auto estima. E usando materiais como a tesoura, já a prepararia para as possibilidades diversas no futuro, seria o mesmo que dizer você será desafiada e gostará.
Importante também é ressaltar que desde o início deixei que ela fizesse 90% sozinha, a minha postura era de orientar e direcionar um pouquinho, deixando-a produzir criativamente. 
Se ela aprendeu na primeira aula? Creio que sim! Mas o foco foi o que eu aprendi, não existe limite para a arte do amor.
O amor de seu esposo por ela e o dela por ele.
O meu amor por levar a arte em suas diversas formas a toda parte.
O amor dela pela vida.
O amor de Deus por nós!
O amor, transforma mesmo!
Obrigada Senhor!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Pesquisando quais atividades fazer com portadores da Esclerose Multipla


Imagem ilustrativa retirada do google imagens

Bom dia!
Segunda etapa de aprendizado, foi pesquisar o que eu poderia contribuir na vida da minha futura aluna com o que eu conhecia. Nesta pesquisa descobri que 90% das atividades realizadas com os portadores de esclerose múltipla e portanto divulgadas eram de atividades de fisioterapia, tão importantes no tratamento dos portadores de EM.
Então o que eu poderia oferecer?
quero ressaltar que desde o início das "conversações" sobre as aulas eu me resguardei às minhas orações, e creio que isto fez uma grande diferença!
Então pensei em alguns pontos:
Com o artesanato poderia trabalhar a auto-estima dela, produzindo algo bonito;
Poderíamos conhecer suas limitações e tentar superá-las; 
Ocupar um período ocioso;
Trabalhar a coordenação motora em seus diversos aspectos;
E principalmente ser Feliz!
Assim saí às compras dos primeiros materiais:
Desde o Início pedi a ela e ao marido autorização para fotografar e fazer as postagens com o objetivo de divulgar nossas experiências e contribuir com outras pessoas envolvidas pelo tema da Esclerose Múltipla (EM)
Obrigada Senhor!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Vocês sabem o que é Esclerose Múltipla?

Bom Dia!
Até 2014 eu não sabia o que era esclerose múltipla e confesso que ainda não sei muito sobre esta doença, mas porque falar dela então?
Porque em 2014 tive a oportunidade de trabalhar com aulas de artesanato com uma portadora desta doença, agora quem quiser saber um pouquinho mais copiei algumas coisas da internet com referências para pesquisas mais abrangentes, vale a leitura, conhecimento nunca é demais e você pode ter a oportunidade que eu tive!
Obrigada Senhor!

descobrindo_esclerose.JPG
https://esclerosemultipla.wordpress.com/category/esclerose-multipla/

Esclerose múltipla (EM), ou esclerose em placas também designada por "esclerose disseminada", é uma doença desmielinizante de etiologia ainda desconhecida, caracterizada por uma reacção inflamatória na qual são danificadas as bainhas de mielina que envolvem os axónios dos neurónios cerebrais emedulares, levando à sua desmielinização e ao aparecimento de um vasto quadro de sinais e sintomas.1 A doença manifesta-se geralmente em jovens adultos e é mais frequente em mulheres numa razão de cerca de 3:1.1 A sua prevalência varia consoante a situação geográfica estudada, entre 2 e mais de 150 casos em cada 100 000 indivíduos, nos países tropicais e nos países nórdicos respetivamente .2 3 A EM foi descrita pela primeira vez em 1868 por Jean-Martin Charcot.4
A doença pode manifestar-se através de praticamente qualquer sintoma neurológico, dependente da localização da placa de desmielinização, e frequentemente evolui com a perda de capacidades físicas e cognitivas.5 A EM pode assumir várias formas, e cada novo sintoma pode ocorrer em ataques discretos e isolados (forma recrudescente) ou os sintomas podem-se ir acumulando ao longo do tempo (forma progressiva).8 Entre cada ataque, a sintomatologia pode desaparecer por completo, embora normalmente se verifiquem sequelas neurológicas permanentes, sobretudo à medida que a doença progride.8
http://pt.wikipedia.org/wiki/Esclerose_m%C3%BAltipla

Sintomas
A fase inicial da esclerose múltipla é bastante sutil. Os sintomas são transitórios, podem ocorrer a qualquer momento e duram aproximadamente uma semana.
Tais características fazem com que o paciente não dê importância às primeiras manifestações da doença que é remitente-recorrente, ou seja, os sintomas vão e voltam independentemente do tratamento.
A pessoa pode passar dois ou três anos apresentando pequenos sintomas sensitivos, pequenas turvações da visão ou pequenas alterações no controle da urina sem dar importância a esses sinais, porque, depois de alguns dias eles desaparecem. Com a evolução do quadro, aparecem sintomas sensitivos, motores e cerebelares de maior magnitude representados por fraqueza, entorpecimento ou formigamento nas pernas ou de um lado do corpo, diplopia (visão dupla) ou perda visual prolongada, desequilíbrio, tremor e descontrole dos esfíncteres.
Tratamento
Uma vez confirmado o diagnóstico de esclerose múltipla, uma doença inflamatória desmielizante, com manifestação remitente-recorrente, o tratamento tem dois objetivos principais: abreviar a fase aguda e tentar aumentar o intervalo entre um surto e outro. No primeiro caso, os corticosteroides são drogas úteis para reduzir a intensidade dos surtos. No segundo, os imunossupressores e imunomoduladores ajudam a espaçar os episódios de recorrência e o impacto negativo que provocam na vida dos portadores de esclerose múltipla, já que é quase impossível eliminá-los com os tratamentos atuais.
Recomendações
* Embora não altere a evolução da doença, é importante manter a prática de exercícios físicos;
* Quando os movimentos estão comprometidos, a fisioterapia ajuda a reformular o ato motor, dando ênfase à contração dos músculos ainda preservados;
* O tratamento fisioterápico associado a determinados remédios ajuda também a reeducar o controle dos esfíncteres;
* Nas crises agudas da doença, é aconselhável o paciente permanecer em repouso.
http://drauziovarella.com.br/mulher-2/esclerose-multipla/

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